Tentativas de Mim

"Não sou eu, sou tentativas de mim!"

Wednesday, April 12, 2006

Degeneralismo (neo-arcadismo)

O Degeneralismo é uma escola literária surgida no Brasil no século XXI, o nome deriva do termo degenerado, utilizado em discursos nazistas para evidenciar a repulsão a toda forma artística de judeus e não arianos, as famosas artes degeneradas.
As principais característica desta escola são a exaltação da razão, a busca constante do gozo da vida (carpe diem), a fuga da cidade (fugere urbem) , simplicidade, uso de linguagem simples, crítica política, por algumas dessas características o Degeneralismo pode ser também chamado de Neo - Arcadismo.
Não se sabe ao certo, mas dados históricos apontam que o Degeneralismo nasceu em uma república de estudantes no bairro da Liberdade, centro de São Paulo, com o lema central "Até quando?!"
Dentre os maiores pensadores temos Felipe Dias, pseudônimo Doido, escritor que exalta a razão na maioria dos seus textos. Robson Assis, pseudônimo Robas autor de textos com alto teor de crítica social. Hugo Leonardo, pseudônimo Droopy, crítico e estudioso nas áreas teologicas e sociais, peça chave no desenvolvimento do movimento. João Luiz, pseudônimo Pau de Galak, criador de textos inigmáticos, com grandes influências européias. Eduardo Gonçalvez, pseudônimo Duds, se aprofundou no conhecimento da razão humana e suas vertentes.
A escola surge em uma época em que as pessoas se preocupam com sentimentos de outras, esquecendo muitas vezes dos seus próprios. Muitos se entregam sentimentalizações e acabam com vidas médias, aparentemente comuns. O Degeneralismo vem romper com esse pensamento, libertando as pessoas do sentimento e entregando-lhes de volta a razão.



Colaboração: Robas

Wednesday, March 29, 2006

Degenerado V. 1 - Pessimismo

Uma palavra para definir o lado pessimista de um degenerado seria: vunerabilidade. O quanto um ato, uma palavra, uma visão , um pensamento, pode ser como um golpe que te derruba deixando-o no chão. Meses de treinamentos psicológicos podem ser destruídos em segundos, pois um degenerado vive uma revolução em sua mente e seus treinamentos devem ser constantes.
Muitos podem pensar que o degenerado é fruto de um sonho frustado, porém esse é um pensamento simplório e displincente, encontramos nele uma luta entre um parte sua que prefere viver no comodismo que viveu por algum tempo e outra que não consegue aceitar essa situação e cria uma guerra para poder mudar esse quadro, ousaria diz que é uma briga de ideais.
Como em todas batalhas, alguns perdem enquanto alguns ganham



Continua!!!

Lipe está ouvindo: Kill Bill (trilha)

Monday, March 20, 2006

Tentativa número 2

Ontem em um show com meu amigo robas ouvi algumas músicas que me fizeram refletir sobre um tema legal.A necessidade que temos em parecer com outras pessoas, denão ser um estranho nesse imenso ninho.Isso é algo muitas vezes inconsiciente mas que acontece e se pararmos pra pensar o quando de nosso dia nós tomamos atitudes relacionadas com o que o outro ira pensar, desdeda escolha de uma roupa ao nosso vocabulário, veremos o quanto isso é intenso em nossa vida. Hoje estou tentando ser diferente buscando me desvincular dessa situação e se com isso me tornar uma pessoa neorótica pensarei na frase de meu primo: "vc é quase um intelectual, já está se incomodando com tudo", mas hoje essa é a minha verdade e só assim vou ser mais sincero e justo comigo. E dessa forma terei um grade prazer em dizer: EU NÃO PAREÇO COM VC.

Lipe está ouvindo: O rapa!

Monday, March 06, 2006

Conversas internas

Festa alegre muitas pessoas felizes, bebendo, comendo, dançando.

-Hoje vai ser um dia feliz ela não me veio me incomodar até agora. Vou dançar
beber e curtir essa festa que esta muito boa.
- oi.
-Será ela de novo, por que faz isso?
- só quero avisar que eu existo tá?
-Vou esquecer isso, olha lá, essa música eu gosto muito.

Horas depois.

- Oi meninas o que tão achando da festa? Eu to achando ótima.
- vc acha que vai ser sempre assim?
- Não sei mais agora eu não preciso de vc, ok?
- tudo bem, mais não fica bancando o fortão, isso esta começando a me irritar.
- Vc não está vendo que eu sou independente de vc.
- será?
- Sim, estou me divertindo nem lembro que vc existe.
- pode ser, mais uma hora vc fica sozinho e ai vai ter que falar comigo.
- Acho que não, tchau, tem gente me chamando.
- eu volto em!

Muitas horas depois. Quase fim de festa.

- Tchau gente, foi uma das festas mais legais desse ano, até a próxima.
Sozinho em direcão ao lar numa tarde de domingo.
- Será que ela sumiu?
Dentro de casa, nenhuma pessoa, somente a TV.
- oi.
- Vc?
- sim, falei que eu voltava.
- Eu acho que já imaginava isso.
- pois é, vamos conversar de novo?


- Vamos.



Fim.

itálico = consciência

lipe está ouvindo: Silverchair - Leave me out

Friday, March 03, 2006

Untouchables

Um pensamento me vem a cabeça, como algumas coisas nas mentes das pessoas se tornam intocáveis, se nem a psicanálise de Freud consegue atingir certas coisas então porque tentar, nós, que somos apenas meros mortais.


lipe está ouvindo: Korn - Here to Stay
lipe lê: Nelson Rodrigues

Friday, February 24, 2006

MIM

................

















Tudo vazio


Favor encher até transbordar!!!

Wednesday, February 22, 2006

Html, Freud e Pitágoras

Considerações iniciais.

Para o melhor entendimento desse texto e necessário conhecimento básico de linguagem de programação e uma pitada de coragem. Estas idéias a algum tempo estão se revirando em minha cabeça e após algumas horas de conversas e viajens com meu amigo Robas decidi publica-las.
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Indo além da analogia homem máquina, tento ir mais fundo e monta a analogia mente código fonte. Basicamente em programação definimos regras, algoritmos que serão lidas após o início, este processo defini o rumo a ser seguido pela máquina, o que hoje em dia, com códigos fontes mais complexos e maiores, esta cada vez mais amplo. Em princípio temos a seguinte estrutura tendo em vista a linguagem html, a mais usada em páginas da internet:

<.html.>
<.body.>

<./body.>
<./html.>



No meio dessa estrutura é colocado as regras a serem seguidas.

Pronto.
Agora começa a piração...

O que me vem a cabeça é que a mente humana pode funcionar analogicamente, nascemos com nenhuma regra e nenhum algoritmo, ao longo do tempo vamos somando essa regras em nossa mentes e quando é necessário a tomada de decisão, passamos por elas, e no fim teremos um rumo, uma decisão prontinha em folha. Porém diferente dos códigos fontes das máquinas os nossos são extremamente maiores, tendo em vista que qualquer estímulo em nossas vidas, e são inúmeros, serão novamente somados e assim criado novas regras.
O mais conturbador dessa estória é que sendo assim nenhuma pessoa e responsável por suas atidudes, só foi lido o código escrito em sua mente e gerado uma decisão, coisas como um assassinato, estrupro, idéias mirabolantes, pensamentos insanos, e por ai vai, não seriam responsabilidade de seus donos e sim do que foi criado em sua mente e o indicou a tal feito.
Neste contexto, destruimos coisas como: verdade, culpa, sentimentos.. Limitando o divino dom da vida a uma processo matemático.


E este texto é fruto disso.



Lipe está ouvindo: Rage Against The Machine - Wake up
Lipe assisti: Matrix